Um novo relatório de saúde pública nos Estados Unidos alerta que o impacto das redes sociais nas crianças não pode ser dissociado do bem-estar dos pais. 


Especialistas apontam que a "vigilância digital" constante e a comparação social gerada pelas plataformas estão elevando os níveis de ansiedade e depressão entre cuidadores, o que reflete diretamente no desenvolvimento emocional dos filhos.


As novas recomendações sugerem que as famílias estabeleçam "zonas livres de tecnologia" não apenas para os menores, mas como um compromisso coletivo. 


A estratégia visa combater o fenômeno da atenção fragmentada, onde a conexão digital dos pais prejudica a qualidade do vínculo presencial. 


O documento reforça que o exemplo doméstico é a ferramenta mais eficaz de regulação, incentivando limites claros de tempo de tela para preservar a saúde mental de todas as gerações da casa.